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Ovnis/Osnis e as curiosidades do Universo.

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domingo, 29 de maio de 2011

Caso GRUMARI.



Em 04 de março de 1986 ocorreu um fato com algumas semelhanças ao acontecido no Morro do Vintém(Niterói) na praia do Grumari, onde corpos de dois rapazes foram encontrados sem qualquer sinal de violência, o técnico em computação Olavo Menna Barreto Ferreira Neto, 25 anos e o office boy Wellington Barros Wanderley, 24 anos. Segundo alguns familiares possuíam grande interesse nos assuntos ufológicos, realizavam reuniões e vigílias, muitas das quais com objetivos específicos para possíveis contatos. As pistas coletadas por policiais da 16a DP foram uma garrafa de 1l de refrigerante vazia, dois copos de plástico e um frasco de guaraná em pó sem a tampa vazio cheirando amônia, onde fez sugerir a suspeita de haver alguma substância venenosa no frasco. Tivermos acesso ao B.O de n0 000952/86, onde pela qual deu entrada como duplo homicídio e as evidências foram encaminhadas para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli que, posteriormente emitiu um laudo sob o n° 01738/016/86, onde também tive acesso, verifica-se realmente à presença um forte veneno, um pesticida organo-fosforado. Porém, em apurações posteriores verificamos que Olavo, filho de um dos mais conceituados cirurgiões dentistas do Rio, cujo o pai é o dono da Odonto Clínica, na valorizada área da Barra da Tijuca, no dia anterior tinha saído no início da noite para ir à PUC-RJ, onde fazia seu curso de informática, mas na realidade foi se encontrar com seu amigo Wellington supostamente devido à uma informação de possível contato com Ufo em Grumari que, não sabemos de onde se originou. Pessoas diretamente ligadas à eles garantiram que não consumiam drogas e nem eram homossexuais; Apesar da morte estar esclarecida, mas os motivos onde pelas quais levaram à esse ato não estão; Descobrimos que eles se reunião especificamente para supostos contatos com ETs através das informações oriundas das canalizações, ou seja, onde através de uma pessoa os Ets entravam em contato; nas tais reuniões eram vinculadas informações de que era necessária à desvinculação do corpo/ matéria para efetuar o contato. Será mesmo necessária à morte para um contato com ETs? Será que os alienígena realmente tiveram algo a ver com isso? Ou tudo não passou de um ritual macabro? Infelizmente no dia seguinte ao fato, alguns jornais deram manchetes sensacionalistas como -Morte no rastro do Disco Voador.

Imagens.





quinta-feira, 18 de março de 2010

Implantes Extraterrestres.

No dia 23 de fevereiro de 1998, o Dr. Roger Leir e o terapeuta Derrel Sims (pesquisador de abduções) apresentaram numa das reuniões de uma organização ufológica uma notícia fantástica.
Em agosto de 1995, o pesquisador Derrel Sims levou ao Dr. Leir duas pessoas supostamente seqüestradas por seres extraterrestres e que apresentavam indícios de possuirem implantes introduzidos em seus corpos.


Sequestros por ETs
Esses implantes foram cirurgicamente removidos imediatamente pelo Dr. Leir. Os resultados iniciais apresentados podem ser a evidência que faltava para provar que o seqüestro de humanos por alienígenas são uma realidade e não ficção.

O Dr. Leir removeu três objetos implantados, sendo dois deles tirados de um único paciente. O terceiro objeto foi removido da parte superior da mão esquerda do segundo paciente. Estas pessoas não tinham o conhecimento de que possuiam esses implantes em seus corpos. Ambos os pacientes souberam dos objetos através de radiografias tiradas com outros objetivos.


Até aquele momento nenhum dos pacientes havia reclamado de dores nos locais de implante. Outro fator interessante é a inexistência de marcas de incisão para a colocação dos implantes.
...um forte campo magnético...
Antes da cirurgia de remoção, o Dr. Leir utilizou detectores de campo magnético e de metais com o objetivo de auxiliá-lo na exata localização dos implantes. Estranhamente os objetos apresentavam um alto campo magnético. Os pacientes foram anestesiados para a remoção localmente com doses de anestesia suficientes para seis horas de operação.
Durante a cirurgia, o Dr. Leir tocou um dos implantes que estava alojado no dedo do pé do paciente, quando verificou uma estranha reação - o paciente aparentou levar um fortíssimo choque elétrico, pulando da mesa de cirurgia. O interessante é que os dois pacientes apresentaram este quadro, uma cirurgia muito dolorosa, apesar da quantidade suficiente de anestésicos. Estas respostas nervosas indicam que estes objetos estariam ligados diretamente a uma ramificação nervosa.

Descrição dos objetos implantados
O primeiro objeto retirado tinha formato achatado triangular, aparentemente metálico e coberto por uma membrana densa de cor cinza. Imediatamente o Dr. Leir tentou cortar esta membrana sem sucesso. Todos os objetos retirados tinham a mesma aparência. O interessante para o Dr. Leir era a diferença entre a reação do corpo humano à presença de um objeto estranho qualquer com o que foi encontrado nestes dois casos.

Normalmente qualquer objeto estranho ao corpo é circundado por uma capa fibrosa com anti-corpos que tentam destruí-lo, isolando o objeto e evitando uma possível infecção do organismo. No caso dos implantes, não existia esta isolação. Os objetos foram aceitos pelo organismo como se fizesse parte dele. Não possuiam a capa fibrosa normal, mas tinham uma capa rígida da cor cinza.

Os implantes foram levados para Houston (Texas) pelo Sr. Derrel enquanto o Dr. Leir mandava as amostras do tecido que circundava os objetos para um patologista. Para o seu espanto, o relatório recebido afirmava que não existia qualquer tipo de inflamação comum referente à reação do corpo quando um objeto estranho lhe é inserido.


Mais emocionante ainda:
A membrana que envolvia os objetos possuia diversas terminações nervosas inexplicáveis.

Os objetos foram expostos à luz ultravioleta e mais uma vez apresentaram um estranho comportamento: passaram a brilhar com uma cor verde fluorescente.

Posteriormente os objetos foram secados ficando quebradiços, permitindo então que a membrana externa fosse retirada e enviada para análise.
O exterior do casulo era achatado e triangular e ao retirar a membrana apresentou duas cápsulas de aparência metálica e de cor preta, com o formato da letra "T".
Testes iniciais da membrana externa mostraram que possuia composição idêntica ao próprio sangue do paciente.
Foram encontrados elementos de "queratina", normalmente existente na pele, cabelos e unhas dos seres humanos.
Nota Final:
Segundo afirmações de ufólogos brasileiros renomados, podem existir, espalhados em todo o planeta, cerca de 50 milhões de pessoas com alguma espécie de implante, seja físico, seja energético.




A aventura do Piloto Peruano Oscar Alfonso.


Por: Oscar Alfonso Santa María Huertas DNI: 40315515 - Piloto da Força Aérea Peruana
Tradução: Milton Dino Frank Junior - CUB Brasil

Meu nome é Oscar Santa Maria Huertas, piloto oficial da força aérea peruana, e me aposentei recentemente.

No dia 11 de abril de 1980, às 7:15 da manhã, 1800 homens estavam em formação na base aérea de La Joya, Arequipa.

Todos eles observaram um objeto estacionário no céu que parecia um balão, a aproximadamente três milhas de distância, e aproximadamente a 1,800 pés altitude. Era luminoso porque refletia o sol.

Meu chefe de unidade mandou que eu desse a partida em meu avião Sukoi -22 a jato para abater o objeto esférico. O objeto estava no espaço aéreo restrito, sem autorização, e nós estávamos preocupados com espionagem.

Quando cheguei no objeto disparei sessenta e quatro tiros de 30mm nele. Alguns projéteis foram para o chão, e outros bateram completamente em cheio no objeto, mas eles não tiveram efeito algum. Os projéteis não ricochetearam; provavelmente eles eram absorvidos. A artilharia que disparei contra o objeto teria abatido qualquer coisa normal de meu caminho.

O objeto começou a subir, se movendo para cima da base. Quando estava à aproximadamente 36,000 pés de altura, o objeto fez uma parada súbita, me forçando a mudar de direção para o lado contrário que estava a apenas 1500 pés de altitude. Parti para cima do objeto voando mais alto a fim de atacá-lo, mas da mesma maneira que tinha partido para o ataque o objeto se moveu escapando de minha ação.

Duas vezes mais tive o objeto em minha mira, quando ele ficou estacionário. Todas às vezes ele se livrou dos meus ataques no último minuto. O que ocorria era que quando estava pronto para fuzilá-lo o objeto conseguia me enganar e o perdia de mira.

Decidi subir de altitude com meu avião a fim de ficar por cima do objeto, mas este começou a subir também paralelamente ao meu avião. Quando alcancei a altura de 63,000 pés, o objeto parou.

Neste momento, me dirigia rumo ao objeto me aproximando a cerca de 300 pés do OVNI. Ele tinha aproximadamente 30 pés de diâmetro. Era uma abóbada esmaltada, cor de creme, com uma base larga, circular, metálica. Não tinha nenhum motor, nenhuma exaustão, nenhuma janela, nenhuma asa ou antenas. Não havia nele nenhum componente típicos de um avião, e muito menos um sistema de propulsão visível.

Foi naquele momento que percebi que o objeto não era um dispositivo de espionagem, mas sim um OVNI, algo totalmente o desconhecido. Estava quase sem combustível, e desta forma não podia mais atacar ou até mesmo manobrar meu avião, ou fazer uma fuga em alta velocidade. Estava com medo. Cheguei a pensar que iria morrer.

Quando me acalmei, passei um rádio para outro avião vir até o local para dar uma olhada no que estava acontecendo. Tentava esconder o meu medo. Eles me disseram que não, que estava muito alto, e me pediram só para voltar. Tive que planar parte de minha trajetória de retorno devido à falta de combustível, Ficava com meus olhos sempre nos espelhos retrovisores e torcia para não ser perseguido, o que de fato não ocorreu.

Passei 22 minutos manobrando com aquele objeto. Depois que pousei, o objeto ainda permaneceu pairando no céu por mais de duas horas e todos da base puderam observá-lo.
Um documento de um Departamento de defesa dos EUA intitulou este incidente como "Avistamento OVNI no Peru" sendo que a origem do objeto permanece desconhecida.
Até hoje sinto calafrios quando penso nisto.

Marcas de Pouso.




Dentro da fenomenologia OVNI, a aterrissagem é o aspecto que demonstra mais claramente que objetos não identificados são naves de procedência ignorada governados por inteligências. A observação deste tipo de manobra é menos freqüenteque os simples avistamentos no céu, em pleno vôo; mas existe uma casuística suficientemente comprovada, capaz de demonstrar que as aterrissagens são um fato com imenso significado



OS OVNIs costumam escolher para sua aterissagem zonas afastadas ou desertas



Uma grande esfera luminosa descendo até pousar no chão em Scainei (Romênia) em março de 76. No terreno se produziu uma queimadura muito intensa cujo diâmetro media aproximadamente 2 metros


Em 2 de novembro de 71, em Delphos, Kansas, aterrissou um objeto não identificado. No terreno ficou marcado um anel luminoso que irradiou luz durante muito tempo depois de ter-se produzido o fato.


Marca circular encontrada em um pântano no Japão no ano de 1986

UFOs na Bíblia.


Versículos que são no minimo curiosos em um livro de mais de dois mil anos.

Confira:

Gênesis 6:1,2
1- E aconteceu que, como os homens começaram a muliplicar-se sobre a face daterra, e lhes nasceram filhas.
2- Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de tidas as que escolheram.

II Reis 2: 1,11
1- Sucedeu que, quando o senhor estava para elevar a Elias num redemoinho ao céu, Elias partiu de Gigal com Eliseu.
11- E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.

Ezequiel 1:14,15,16,17,18,19,20
14- E os seres viventes corriam, e voltavam, á semelhança de um clarão de relâmpago.
15- E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos
16- O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.
17- Andando elas, andavam pelos seus quatro lados; não se viravam quando andavam.
18- E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.
19- E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevam-se também as rodas.
20- Para onde o espírito quaria ir, eles iam; para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.

Vaticano admite que pode haver vida fora da Terra.


Diretor de observatório da Santa Sé diz que não se pode limitar ação criadora de Deus.

O diretor do observatório astronômico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, afirmou que Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens.

"Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus", disse o diretor do observatório conhecido como Specola Vaticana.

"Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus", acrescentou Funes, em entrevista ao jornal L'Osservatore Romano, órgão oficial de imprensa da Santa Sé.

Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes, jesuíta argentino de 45 anos de idade, cita São Francisco ao dizer que possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos.

"Para citar São Francisco, se consideramos as criaturas terrestres como 'irmão' e 'irmã', por que não poderemos falar tambem de um 'irmão extraterrestre'?", pergunta o padre. "Ele tambem faria parte da criação."

Perspectiva

Na opinião do astrônomo do Vaticano, podem haver seres semelhantes a nós ou até mais evoluídos em outros planetas, ainda que não haja provas da existência deles.

"É possível que existam. O universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma composta de 100 bilhões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas", afirmou Funes.

"Como podemos excluir que a vida tenha se desenvolvido também em outro lugar?", acrescentou. "Há um ramo da astronomia, a astrobiologia, que estuda justamente este aspecto e fez muitos progressos nos últimos anos."

Segundo o cientista, estudar o universo não afasta, mas aproxima de Deus porque abre o coração e a mente e ajuda a colocar a vida das pessoas na "perspectiva certa".

Padre Funes diz ainda que teorias como a do Big Bang e a do evolucionismo de Darwin, que explicam o nascimento do universo e da vida na Terra sem fazer relação com a existência de Deus, não se chocam com a visão da Igreja.

"Como astrônomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o criador do universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um pai bom", afirma.

"Observando as estrelas, emerge claramente um processo evolutivo, e este é um dado cientifico, mas não vejo nisso uma contradição com a fé em Deus."

Ateísmo

Na visão do religioso, estudar astronomia não leva necessariamente ao ateísmo.

"É uma lenda achar que a astronomia favoreça uma visão atéia do mundo", disse o padre. "Nosso trabalho demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus. A Igreja deixou sua marca na história da astronomia."

Diretor da Specola Vaticana desde 2006, padre Funes lembrou na entrevista que astrônomos do Vaticano fizeram importantes descobertas como o "raio verde", o rebaixamento de Plutão e trabalhos em parceria com a Nasa, por meio do centro astronômico do Vaticano em Tucson, nos Estados Unidos.

A sede do observatório do Vaticano se localiza em Castelgandolfo, cidade próxima de Roma, onde fica situado o palácio de verão do papa, desde 1935.

O interesse dos pontífices pela astronomia surgiu com o papa Gregório 13, que promoveu a reforma do calendário em 1582, dividindo o ano em 365 dias e 12 meses e introduzindo os anos bissextos.
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